OUÇA, ANTES DE LER: http://www.youtube.com/watch?v=3EsoAorqOQg
Cabe-me analisar com clareza a opinião de um brasileiro comum (eu, mesmo), sobre o enrosco que o Vasco se meteu ao dever uma fortuna para a Receita Federal. E vou fazer isso de forma didática, clara e simples, no momento em que, parece, o acordo com a Receita foi autorizado pela Justiça Federal.
Vou fazer isso, dividindo o tema em tópicos óbvios, que me veem à mente, de forma lógica:
Por que o Vasco deve mais de cem milhões à Receita Federal?
Respostas:
a) porque os impostos no Brasil são astronômicos;
b) porque o Clube foi mal administrado, gerando uma dívida que não podia pagar com suas receitas;
c) porque o Clube não pagou no momento do vencimento dos diversos vencimentos.
Análise das respostas:
a) Os impostos são astronômicos no Brasil, porque o custo de manter o País "funcionando" é muito alto e, neste ponto, a administração eleita pelo povo nas urnas para administrar o País em seu nome, é incompetente, não diferindo, em nada, da administração do Vasco.
b) O Clube foi mal administrado, assim como é grande parte da administração pública do País. São pessoas incompetentes, mal preparadas e mal intencionadas (não necessariamente nesta ordem...), colocadas em posições chave para atender interesses políticos de perpetuação no poder (e não falo, somente, da atual administração).
c) O Clube não pagou, ou pagou errado, ou pagou pela metade, ou disse que pagou... porque nunca teve certeza de que teria receita certa e clara para arcar com os compromissos.
Agora que parece que a novela encerra mais um capítulo, com a possibilidade da emissão das CNDs e desbloqueio das receitas do Clube, nada garante que o compromisso vai ser cumprido, apesar das garantias oferecidas à Receita Federal. Isto porque se o Clube não se organizar profissionalmente e não gerar receita para pagar a dívida reescalonada, a Receita meterá a mão nas garantias (contrato de televisionamento, bens móveis, etc.) e o Clube não terá como sobreviver, muito menos evoluir.
Minha conclusão:
Muito bem, digamos que o acordo seja bom para o Clube e seja cumprido. São sessenta meses de prestações altíssimas que, certamente serão penosas para a vida diária do Vasco. E ficará, tudo desta forma? Ninguém vai investigar a causa deste buraco em que o Clube se meteu? Não serão investigados os culpados? Ou não existem culpados? Neste ponto, o Vasco não difere em nada do País em que sobrevivemos. A diferença é que o País não vai à falência, não fecha, pelo menos enquanto existir população a ser explorada.
Como dinheiro não nasce em árvore (não conheço nenhuma dessas em São Januário) e o Vasco não é filial da Casa da Moeda, nós Vascaínos e não Vascaínos, teremos que arcar com mais essa despesa. Entendeu, agora, porque é necessário auditar essa dívida? Ou você prefere pagar de olhos vendados?
AGORA, O QUE VOCÊ ACHA? VALE Á PENA OUVIR DE NOVO? http://www.youtube.com/watch?v=3EsoAorqOQg
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
ARTIGO DO GLOBOESPORTES E MEU COMENTÁRIO
Após um mês, saiba quantos torcedores foram identificados em briga no DF
Em 25/09/2013 10:38
Briga das torcidas Vasco e Corinthians
Foto: Globoesporte.com
"Já foram identificados quatro torcedores e as investigações continuam em andamento. Assim que tivermos novidades sobre o caso, entraremos em contato", informou comunicado enviado pela assessoria de imprensa da PCDF ao GLOBOESPORTE.COM.
Tudo indica que os quatro torcedores identificados pela polícia são os mesmos apontados em reportagens publicadas pela imprensa na semana posterior à briga. Dois dias após a confusão no estádio, os jornais "O Estado de S. Paulo" e "Lance!" publicaram fotos identificando os torcedores Leandro Silva de Oliveira e Raimundo César Faustino. Na sequência, os mesmos jornais apontaram ainda Cleuter Barreto Barros e Fábio Neves Domingos. Entre os torcedores reconhecidos, três estavam no grupo de 12 corintianos presos durante cinco meses e meio na Bolívia por causa da morte de Kevin Espada, de 14 anos: Leandro, Cleuter e Fábio. Já Raimundo César Faustino é vereador pela cidade de Francisco Morato, município da Grande São Paulo.
De acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa no DF (Secopa-DF), responsável pelo estádio Mané Garrincha, as imagens das câmeras de segurança do estádio foram entregues à polícia poucos dias após a briga. A arena conta com cerca de 400 câmeras com tecnologia que permite a visualização detalhada do público nas arquibancadas, corredores e área externa.
Ainda no mês de agosto, o delegado responsável pelo caso, Marco Antônio de Almeida, afirmou que os torcedores identificados estavam indiciados pelo artigo 41-B do Estatuto do Torcedor, que prevê a exclusão dos estádios por até três anos para quem "promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos". Os termos circunstanciados referentes às infrações seriam encaminhados à Justiça para a abertura de processo. Também segundo o delegado, as imagens continuariam sendo analisadas para a identificação do máximo possível de torcedores envolvidos na briga.
O GLOBOESPORTE.COM tentou novo contato com o delegado Marco Antônio de Almeida, que não retornou as ligações. Até esta quarta-feira, nenhum procedimento referente ao caso havia sido protocolado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
"Demora um pouco"
Para o promotor Bruno Vergini de Freitas, do Ministério Público do DF (MPDFT), a demora para a punição dos torcedores envolvidos na briga é normal. Segundo Vergini, um dos motivos da lentidão é a morosidade da Justiça brasileira.
- Demora um pouco. Esse é o tempo normal, de 30 a 40 dias. Infelizmente, funciona assim. Temos que aguardar. A delegacia faz o termo circunstanciado, autua os envolvidos e envia para o Judiciário. Depois é encaminhado para o Ministério Público e só então designada uma audiência. Por isso demora, é um processo moroso. Neste caso, ainda tem o agravante de muitos envolvidos não morarem em Brasília. Terá que ser enviada uma carta precatória para realizar a audiência em São Paulo - explicou o promotor.
Apesar da lentidão no processo, Vergini confia na punição dos envolvidos.
- Tenho certeza absoluta de que serão punidos. Pode registrar isso. Agora, não posso dizer quando. Foge da nossa esfera de controle pessoal. Mas não haverá impunidade. Criminalmente, eles serão punidos de acordo com a lei, com banimento temporário dos estádios previsto no Estatuto do Torcedor, por exemplo - concluiu.
Clubes e organizadas são punidos rapidamente
A demora para identificar e julgar individualmente os torcedores envolvidos na briga contrasta com a agilidade com que as instituições foram punidas. Três dias após a confusão, o Governo do Distrito Federal (GDF) publicou uma portaria proibindo uma das torcidas organizadas do Corinthians, apontada como provocadora da confusão, de acessar estádios na capital federal por dois anos. Uma das uniformizadas do São Paulo, também indicada como causadora de outra briga no Mané Garrincha, recebeu a mesma punição.
Já o Corinthians e o Vasco passaram por dois julgamentos no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em menos de um mês. No primeiro, o tribunal determinou que cada clube teria que jogar quatro partidas como mandante de portões fechados. Após a apresentação de recursos por parte dos clubes, tribunal decidiu em um segundo julgamento liberar a presença de torcedores nos quatro jogos da punição. No entanto, as partidas terão que ser disputadas longe de casa.
Fonte: GloboEsporte.com
MEU COMENTÁRIO NO SUPERVASCO:
ivanmaia 2013-09-25T14:20:39.325Z
Sem querer defender os brigões, não entendo essa justiça desportiva (que, aliás, não existe na estrutura do Judiciário brasileiro), porque puniu severamente o Vasco, quando nada teria acontecido se os torcedores do Corinthians não tivessem invadido o espaço designado aos torcedores Vascaínos. O estádio é grande e as torcidas organizadas ficam bem separadas. Se houve erro, os culpados foram os marginais e a própria policia, que não identificou a escaramuça dos corinthianos.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
VASCO DA GAMA - MARAVILHOSO DOCUMENTO HISTÓRICO! O CLUBE COM AS MAIS BELAS HISTÓRIAS
Pesquisador desfaz mistério de 115 anos e localiza imóvel onde ocorreu a fundação do Vasco; prédio ainda está de pé
Terça-feira, 24/09/2013 - 07:00
RUA DA SAÚDE, N.º 293 - O VASCO NASCEU PARA O MAR
Neste prédio os fundadores promoveram o nascimento do Gigante!
Naquela curta observação, a NetVasco atentou para o fato verdadeiro que consta no "registro de nascimento" do Vasco - a ata da assembleia de sua instalação - onde os consócios fundadores, reunidos das 14:00h às 15:45h do dia 21 de agosto de 1898, afimaram terem fundado o club no salão do prédio da Rua da Saúde, n.º 293.
Indo mais além, afirmou também que aquele local não era a sede da Sociedade Dramática Particular Filhos de Talma, contráriando aquilo que é pregado pela tradição vascaína.
De fato, há várias indagações e dúvidas a respeito do tema, transcendendo inclusive o que é historicamente propalado oficialmente pelo Club, como pela própria imprensa, esta muitas vezes de forma distorcida e equivocada.
A dinâmica histórica do fato em si tem um conteúdo movediço, onde os elementos objetivo e subjetivo permeiam a interpretação valorativa. Vamos procurar responder de forma honesta a esta questão; além de outra, cuja memória também se perdeu no tempo: "Onde afinal era situado o prédio da Rua da Saúde, n.º 293"?
As reuniões preliminares para fundação do Vasco
Por iniciativa dos jovens entusiastas e pioneiros Henrique Ferreira Monteiro, Luiz Antonio Rodrigues, José Alexandre D'Avellar Rodrigues, Manoel Teixeira de Sousa Junior e posteriormente de José Lopes de Freitas, foram realizadas reuniões para a fundação de um clube de regatas, esporte que em fins do século XIX já despertava a paixão do público carioca nas lides realizadas na enseada de Botafogo.
Tais reuniões, realizadas a partir de janeiro do ano da fundação, ocorreram primeiramente no sobrado que servia de moradia a Henrique Ferreira Monteiro, na rua Theóphilo Ottoni*, n.º 80 (ao lado esquerdo do atual n.º 90), aglutinado que era ao de n.º 78, onde era empregado da firma Agostinho Lisboa & Cia. Em seguida, para melhor acomodação, foram os jovens pioneiros acolhidos nos salões da própria Sociedade Dramática Particular Filhos de Thalma.*
Com crescente e entusiástica adesão, ficou decidido que a fundação, instalação, eleição dos representantes e da 1.ª diretoria do club ocorreriam domingo, dia 21 de agosto de 1898, nos salões dos Filhos de Talma; e a solenidade de posse da 1.ª diretoria eleita se daria nos salões da Estudantina Arcas, no domingo seguinte, a 28 de agosto de 1898.
A Sociedade Dramática Particular Filhos de Talma sempre esteve desde sua fundação em 1879, sediada na rua do Propósito, no bairro da Saúde. Primeiramente no prédio de n.º 30, e a partir do último decênio do séc. XIX no sobrado de n.º 12 (atual n.º 20 - cf. revisão de numeração realizada pela Prefeitura do Distrito Federal em 1908).
Já com relação ao local da posse, inexistem dúvidas. Realizou-se na Sociedade Dançante Estudantina Arcas, no seu salão à Rua São Pedro, n.º 152 - defronte à então Praça General Osório (antigo Largo do Capim), correspondente ao atual quarteirão da Av. Presidente Vargas, n.º 642 - entre as ruas Uruguaiana e dos Andradas - cuja assembléia acorreram cerca de 100 novos vascaínos. Designada para 28 de agosto de 1898, tomava posse a 1.ª diretoria do Vasco, conforme edital de convocação mandado publicar sábado - dia 27, bem como no próprio domingo, 28 - dia da posse, no jornal Gazeta de Notícias.
O fundador José Lopes de Freitas cita a existência de um outro local para a posse da 1.ª diretoria, a Sociedade Arcádia Dramática Esther de Carvalho, cujo nome foi emprestado de uma importante atriz lírica da época. No entanto o endereço desta sociedade nada mais é que o da própria Estudantina Arcas, como pudemos constatar do cruzamento dos anúncios publicados no jornal Gazeta de Notícias (p. 2 - 30/06/1897) e no catálogo Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (p. 1397 - Ano 1895).
O Vasco foi ou não fundado nos salões dos Filhos de Talma?
Tal fato foi motivo de nossa indagação quando tivemos oportunidade de visitar os amigos daquela agremiação em agosto de 2011. E a resposta dos integrantes daquela sociedade progenitora foi: a S.D.P. Filhos de Talma nunca teve sede ou mesmo utilizou naquele tempo o prédio da Rua da Saúde, n.º 293. Da mesma forma, não tinham ideia do porque a assembleia de instalação do Vasco não se deu em seu salão, permanecendo assim o mistério.
Prevalece no entanto a versão oficial divulgada pelos fundadores desde a fundação. Que o Vasco foi sim fundado nos salões dos Filhos de Talma, em que pese a ata de instalação ser absolutamente contudente ao registrar endereço diverso daquele da sociedade dramática, cuja sede acolheu os fundadores nas reuniões preliminares quando o sobrado da rua Teophilo Otoni já não suportava mais a grande frequência.
Sobre o assunto, o grande historiador vascaíno e ex-presidente José da Silva Rocha, sabedor da querela, deixou implicitamente ao sabor do leitor de sua afamada obra, a interpretação subjetiva sobre o fato (Club de Regatas Vasco da Gama - Histórico: 1898 - 1923, Gráfica Olímpica Editora-Rio - 1975 - p. 14).
A questão portanto é contraditória, uma vez que a S.D.P. Filhos de Talma, desde quando ali se instalou na rua do Propósito, n.º 20 (antigo n.º 12), nunca ocupou outro lugar. Ainda assim os vascaínos históricos veneravam a ligação com aquela sociedade, a ponto de realizarem celebrações conjuntas.
Interessante observar que naquele tempo a S.D.P. Filhos de Talma era uma importante e afamada sociedade formadora de artistas amadores. Formalizar qualquer evento de caráter associativo em seus salões, trazia maior dignidade. Para corroborar, a Gazeta de Notícia noticiava em 16 de setembro de 1900 que outro clube de regatas foi efetivamente fundado nos salões daquela sociedade dramática: o Internacional de Regatas, cuja sede social foi arrematada em uma execução trabalhista há pouco mais de 1 ano, inviabilizando-lhe o funcionamento. Curiosamente foi para este clube que os sócios retirantes da cisão de 1901 se associaram.
Uma outra fonte apócrifa chega a afirmar, sem qualquer comprovação, que a primeira intenção dos pioneiros para o local de fundação do Vasco era inversa, ou seja, que a instalação teria sido programada para os salões da Estudantina Arcas. Porém o clube encontrava-se fechado por ser domingo. Na esperança de uma solução imediata, teriam os fundadores se encaminhado até os Filhos de Talma, uma vez que já haviam realizado as primeiras reuniões naquele local, e também o seu salão não estava disponível. Possivelmente tal impedimento se deu por conta do tardar da hora, uma vez que as apresentações artísticas sempre eram designadas para os sábados e domingos, por volta das 15:30h. Não se sabe.
Por fim, sabemos que nos salões dos Filhos de Talma não não se realizou efetivamente a assembleia de fundação do Vasco. Os incansáveis fundadores dobraram a esquina da rua do Propósito e celebraram a assembleia ali bem perto, na Rua da Saúde n.º 293. O que importava para a alma dos antigos vascaínos era a intenção, a homenagem, a pompa e a circunstância requerida. Tudo em prol da elevação do ser criado e mitificado! O Glorioso Vasco da Gama fundado nos Filhos de Talma!
E a partir desse culto foi que o Conselho Deliberativo do Club de Regatas Vasco da Gama reuniu-se no dia 21 de agosto de 1958, em sessão solene no salão da S.D.P. Filhos de Talma, para comemoração do seu 60.º aniversário, registrando definitivamente na memória vascaína o ato de sua fundação perante a digna e honrada sociedade dramática, através da famosa placa de bronze oferecida pelo Vasco que estampa até hoje as paredes de sua sede, "relembrando" a umbilical ligação havida entre vascaínos e talmasinos.
O Prédio da Rua da Saúde, n.º 293, atual Rua Sacadura Cabral, n.º 345
Anteriormente, tivemos oportunidade de afirmar que o Vasco havia nascido para o mar, e de fato, naquele momento de nossas buscas e pesquisas, não nos era possível precisar o exato ponto defronte à tradicional Praça da Harmonia, em que teria ocorrido a fundação do club.
O referido endereço havia se perdido na memória dos vascaínos. A única documentação oficial que o Vasco possui acerca do local é a própria Ata de Instalação do Club. O decorrer do tempo, a perda da tradição oral, e a repetição do fato pela imprensa, sem a devida revisão, fizeram com que o esquecimento tornasse duvidosa a localização por si só.
Como a lembrança não sobreviveu, pudemos identificar em nossas buscas nos diversos registros histórios disponíveis, o negócio que se operava no local, 1 (um) ano antes do nascimento do Vasco. Ali estavam instalados os sócios "Manoel Pires Coelho e Antonio Martins Pinheiro, para o commercio de café moido, nesta praça, á rua da Saude n. 293, com o capital de 8:000$, sob a firma de Pires & Pinheiro"*, conforme registro dos arquivamentos realizados entre 22 de março a 1.º de abril na Junta Comercial (Diário Oficial, 11/08/1897, p.1680). Nenhum deles, ao que se saiba, tiveram qualquer participação na histórica fundação do clube; assim como o então proprietário do imóvel: Manoel Ernestino da Costa, com excessão, talvez, pela curta cessão do salão térreo onde transcorreu a instalação do C. R. Vasco da Gama.
Em 1907, a Prefeitura do Distrito Federal baixou o Decreto n.º 664, determinando a revisão da numeração das ruas do centro da cidade. Foi o período do "Bota Abaixo"; da inauguração da Avenida Central; da Revolta da Vacina, cujo lider foi Prata Preta; e do início da construção do Cais do Porto a partir de 1906. A numeração de todo casario do centro da cidade foi alterada. Ao se pagar o imposto predial, pagava-se também pela nova placa. Em 1909 o prédio já ostentava a sua numeração atual de n.º 345.
Em 24 de junho de 1922, por decreto da Prefeitura do Distrito Federal, teve a Rua da Saúde o seu nome alterado para Rua Sacadura Cabral.
2) O mesmo sobrado em 1905, visto do mar, próximo ao Cais do Valonguinho.
3) O mesmo sobrado, na cor amarela, da Rua Sacadura Cabral, n.º 345.
*texto com a grafia da época.
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Agradecimentos:
José Luiz Mano, Grande-Benemérito do C.R. Vasco da Gama, que propriciou nosso encontro com os amigos dos Filhos de Talma em agosto de 2011.
Daniel Ferreira, do SempreVasco, grande vascaíno e entusiasta da história do Vasco.
Fernando Matta, da Netvasco, também grande vascaíno entusiasta da história do Vasco.
Walmer Peres Santana - Historiador do Centro de Memória do C.R. Vasco da Gama
Sr. Rosauro, do 1.º Serviço Registral de Imóveis, que muito gentilmente nos ajudou na compreensão e localização dos antigos registro imobiliários.
Arquivo Público da Cidade do Rio de Janeiro, que gentilmente nos cedeu o uso da imagem do histórico sobrado, cuja autoria é de Augusto Malta.
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Fontes de consulta:
Club de Regatas Vasco da Gama - Histórico: 1898-1923 - José da Silva Rocha - Gráfica Olímpica Editora-Rio (1975)
Biblioteca Nacional - Periódicos
Arquivo Público da Cidade do Rio de Janeiro (Biblioteca, Acervo de Plantas, Croquis e Iconografia)
Plan of the City of Rio de Janeiro - Edward Gotto -1876
Nova Numeração dos Prédios da Cidade do Rio de Janeiro - J. C. Cavalcanti -
1876 - fac simile - Coleção Mamória do Rio 6 (1979)
O Álbum da Avenida Central - Marc Ferrez - Ed. Ex Libris (1983)
Fonte: Blog Memória Vascaína - Sempre Vasco
Compare o local de fundação do Vasco em 1908 e 2011
A comparação entre as duas fotos abaixo não deixa dúvidas sobre o endereço que corresponde, atualmente, ao local de fundação do Vasco. O quadrado vermelho assinala o prédio onde o clube foi fundado. A foto de cima, de Augusto Malta, é de 1908 e mostra o local apenas 10 anos após o evento. O endereço já não é mais Rua da Saúde 293, e sim Rua da Saúde 345, devido ao decreto de 1907 da prefeitura que havia alterado a numeração dos imóveis da rua. A foto de baixo é do Google Maps, de 2011, e mostra a Rua Sacadura Cabral 345. Percebe-se facilmente que a estrutura dos imóveis pouco se modificou em 103 anos, e alguns prédios permanecem praticamente iguais.
Fonte: NETVASCO (texto), Augusto Malta (foto), Google Maps (foto)
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Saiu no GloboEsporte, na segunda, 23.09.2013
Torcedor que atirou copo em jogo no Independência foi identificado
Mesmo com todos os pedidos feitos pelo Atlético-MG para que ninguém atire objetos no gramado, um torcedor do time, que estava no setor Minas Inferior, arremessou um copo d’água na direção do gol defendido por Michel Alves. Logo após o ocorrido, o quarto árbitro da partida, Igor Junio Benevenuto, recolheu objeto e levou para o árbitro Andre Luiz de Freitas Castro.De acordo com o presidente da comissão de arbitragem da Federação Mineira de Futebol, José Eugênio, o torcedor que atirou o copo d’água do foi identificado, e o árbitro está ciente da informação. Os próprios torcedores do Atlético-MG, que estavam no setor, identificaram a pessoa que atirou o copo d’água no gramado e o levaram para fazer um boletim de ocorrência.
O fato de o torcedor ter sido identificado pode ajudar o time mineiro em uma possível denúncia do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ou do que o árbitro da partida carregar na súmula da vitória do Atlético-MG sobre o Vasco por 2 a 1, no Independência.
Fonte: GloboEsporte.com
Meu comentário no SuperVasco:
ivanlmp@gmail,com 2013-09-23
Aprenda, torcida do Vasco: quando isso acontecer em São Januário, basta escolher um torcedor e pronto. Segundo a notícia, isso reduz a pena... kkkkkkkkkkkkkk.... Não acredito que no Brasil chegamos a esse ponto...
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
NÃO DÁ PRA ENTENDER (17.09.13)
É impressionante como a torcida do Vasco é inconstante. Rezaram pela volta do Dorival, agora vivem xingando o treinador de burro!
Burra é essa atitude de se associar aos rivais e vaiar o time, ajudando o inimigo!
Quer mudar o clube? Associe-se e vote em quem achar melhor. Vaiar, pichar, denegrir o clube, é atitude imbecil, de quem tem interesses escusos ou não torce para o Vasco (o que também é uma possibilidade, pois a história do Vasco incomoda muita gente, inclusive da imprensa...)
Burra é essa atitude de se associar aos rivais e vaiar o time, ajudando o inimigo!
Quer mudar o clube? Associe-se e vote em quem achar melhor. Vaiar, pichar, denegrir o clube, é atitude imbecil, de quem tem interesses escusos ou não torce para o Vasco (o que também é uma possibilidade, pois a história do Vasco incomoda muita gente, inclusive da imprensa...)
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