terça-feira, 11 de maio de 2010

FALANDO DE ARBITRAGEM (POR QUE NÃO?)

O jogo foi Vasco e Vitória. O árbitro foi um desastre. Beirando à má intenção (ou quem sabe, ultrapassando ela).

Como pode expulsar o Nilton ao cometer penalti e, na mesma partida não expulsar o goleiro do Vitória, Viáfara, ao cometer um penalti semelhante e mais escandaloso?

Por que dois critérios tão distintos no mesmo jogo? Por que prejudicar um time e beneficiar outro, tão descaradamente? Por que agir assim, no momento em que o Vasco precisava, apenas, que a regra fosse cumprida para tentar se classificar para outra fase da Copa do Brasil? Por que usar autoritarismo e não autoridade? Só para demonstrar que é o Deus dos gramados ou haveria outra intenção? Será que ter um ex-jogador na direção de um Clube, desagrada àqueles que mandam no futebol (há quantos anos, né?) e se acostumaram a usá-lo como fonte privada de receita?

Isso me cheira (e mal) a coisa premeditada. E não falo de perseguição ao Vasco. Falo de excesso de poder; uso exagerado de um direito que julgam possuir, concedido por sei lá quem... Qualquer dia os árbitros, quase verdadeiros juízes, entram em campo usando toga, à semelhança dos "colegas" do judiciário. Em ambos os casos, considero um exagero e uma desconsideração ao homem comum que lhes paga o salário.

Errar é humano (batido, né?) mas esse erro, no mesmo jogo, com interpretações distintas e diametralmente opostas, me dá o direito (e por que não posso ter direito, também?) de julgá-lo culpado e condená-lo ao limbo e esquecimento. Porém, como aqueles que fazem mal uso do dinheiro público, também este senhor deve permanecer livre para continuar sua caminhada pela estrada errada, ao lado dos seus "chefes".

Não foi a primeira vez e nem será a última safadeza, assim como minha revolta não será a última. Como eles insistem em "errar", eu continuo reclamando.

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