Foi feita a justiça.
Contra a vontade do juizinho muquirana, o VASCO conseguiu três pontos!
Não adianta reclamar Vitória! Na casa de vocês também é sufoco. Os gramados são horríveis. A pressão é enorme. E os gandulas dão aula de esperteza.
E vocês não lembram do jogo aquí em São Januário, quando fomos roubados e eliminados da Copa do Brasil?
Agora foi nossa vez.
Preparemo-nos para o segundo turno. Com certeza seremos explorados lá. Se já fomos explorados por esse juizinho aquí, imagina no segundo turno.
Precisamos, tecnicamente, melhorar muito. Pelo menos, como exemplo de raça, gostei muito.
RESUMO
VASCO: Fernando Prass, Fágner, Dedé, Fernando e Max (Jumar); Nilton, Rafael Carioca, Rômulo e Felipe (Éder Luis); Zé Roberto (Fumagalli) e Carlos Alberto.
Técnico: Paulo César Gusmão.
Vitória: Lee; Jonas, Wallace (Renan Oliveira), Anderson Martins e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição, Elkeson (Renato) e Bida (Henrique); Soares e Schwenck.
Técnico: Ricardo Silva.
Gol: Zé Roberto aos 23 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Lee, Soares, Wallace, Egídio, Henrique, Schwenck (Vitória); Carlos Alberto, Dedé (Vasco).
Cartão vermelho: Carlos Alberto (Vasco)
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES) (apesar do Espirito Santo ser um reduto de vascaínos, este senhor deve torcer para o rival).
Auxiliares: Márcio Eustáquio Sousa Santiago (MG-Fifa) e Guilherme Dias Camilo (MG).
Local: São Januário, Rio de Janeiro (RJ).
Público: 14.062 pagantes / 16.885 presentes.
Renda: R$ 313.995,00
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