quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A IMPRESSÃO É QUE A IMPRENSA TEM COR!

Distorcer as palavras ditas pelas pessoas reportando apenas o que lhes interessa, dando ênfase a situações anormais (porém corriqueiras), incentivando pessoas a se expressar de forma agressiva em momentos de raiva ou crise, são atitudes que fazem parte do cotidiano da imprensa esportiva. Suspeito que ela seja colorida e tenha cores vermelha e preta (pelo menos no Rio de Janeiro - e ouso dizer que também em outros lugares).

1. Divulgar informações sobre o atraso de pagamento no VASCÃO, dando ênfase a palavras do jogador Felipe (que sabemos que não tem papas na língua, mesmo quando está correto e defendendo outros colegas menos aquinhoados financeiramente), é querer por lenha na fogueira. E eu pergunto: a troco de que?

2. Tentar dar excessiva importância ao fato de que o Bernardo ficou decepcionado porque não entrou em campo no primeiro jogo do campeonato carioca contra o Americano e, ainda, dar a entender que o VASCÃO acabou de despender três milhões e meio com a compra do jogador sem colocá-lo em campo, me parece maldade que só pode ter vindo de profissionais que vestem camisas daquelas cores...

Eu pergunto: como era antes e como sempre foi e como é nos demais clubes? Infelizmente tudo no VASCÃO é mais difícil (até por questões históricas). A história de lutas do VASCÃO continua sendo escrita com muito sacrifício e alguma dor... mas com muito amor e alegria, também!

Não é de estranhar que nossa imprensa goste do "quanto pior melhor". Infelizmente, no Brasil o ruim ganha as primeiras páginas, o bom vem depois, se houver espaço. O maior grupo de comunicação do Brasil (o do plim-plim) adora dar palpite em tudo e induzir o público a conclusões que lhe permitam estar sempre por cima. Tomara que a Fox Sports de uma boa sacudida nesse monopólio das comunicações do Brasil.

Seria tão bom que a gigantesca Organizações (G)LOBO caísse do cavalo e que as anãzinhas que gostam de andar à sua sombra se dessem mal, também. Na nossa terra as comunicações estão divididas em dois grupos: o do tubarão e seus sanguessugas (lembra daqueles tubarões rodeados daqueles peixinhos que lambem seu couro e comem seus restos?) e o dos que tentam mas não conseguem evoluir.

O VASCÃO deve dar muito ibope pra esses caras e o que concluímos é o seguinte: quem gosta de monopólio e odeia concorência, odeia o VASCÃO e sua história em defesa dos injustiçados e em respeito à todas as opiniões.

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