quarta-feira, 22 de agosto de 2012

COMENTÁRIOS SOBRE MATÉRIAS DIVULGADAS PELO SUPERVASCO EM 22/08/2011

 
Política - 22/08/2012 - 10:00

Projeto quer punição contra clubes irresponsáveis financeiramente


Opinião deste comentarista:


Várias medidas podem ser adotadas. Punir com perda de pontos é uma, que pode ajudar, pois os dirigentes podem ser cobrados pelos sócios/torcedores (ou algum torcedor ficaria satisfeito em saber que seu time deixou de lutar pelo título ou, mesmo, caiu para uma divisão inferior por causa da irresponsabilidade de uma diretoria?).

Punição para dirigentes (responsabilidade civil) é outra ação importante.

Contabilidade (balanços) fiscalizados por entidades legais isentas, é outra forma de imputar responsabilidades.

O que não faltam são medidas eficazes para acabar com a "farra do boi". O que falta é vontade política!




Clube - 22/08/2012 - 08:16
Romário ganha penhora de 60 milhões do Vasco

Opinião deste comentarista:

Se no final de tudo a justiça decidir que o VASCO deve pagar (o que não quer dizer que seja justo, por que a justiça decide muita coisa errada...), que o VASCO pague. E sugiro que seja feita uma vaquinha entre os torcedores do VASCO, para que o dinheiro venha dos nossos bolsos, para que esse senhor (ou excelência?) saiba de onde veio o dinheiro e que nunca mais terá o respeito de nenhum vascaíno.

Se ele pouco está ligando para isso, pelo menos podemos colocá-lo em nosso livrinho negro (e cuidado por que praga pega!!!)
 

Além disso, cabe aos vascaínos cariocas não reelegê-lo (o que faria um bem enorme às famílias de bem...).


Acrescento  aqui no blog: ESTÁ NA HORA DOS VASCAÍNOS MOSTRAREM SUA FORÇA (FORÇA DO BEM!), ASSIM COMO JÁ FIZEMOS, NOS IDOS DA DÉCADA DE 1920, QUANDO MUITOS VASCAÍNOS SE UNIRAM PARA CONTRIBUIR COM A CONSTRUÇÃO DE SÃO JANUÁRIO. MEU AVÔ ME CONTAVA ESSA HISTÓRIA (ELE HAVIA POUCO TEMPO CHEGADO DA TERRINHA E INICIAVA SUA CAMINHADA PROFISSIONAL) DE COMO, MESMO SEM TER MUITOS RECURSOS,  AJUDOU ADQUIRINDO UM TÍTULO DE SÓCIO PROPRIETÁRIO.

SE UM NOVO MOVIMENTO COMO ESSE RESSURGISSE, NUNCA MAIS O VASCO SERIA TRATADO COM DESDÉM POR NINGUÉM! AQUELES QUE ESTÃO NO PODER (E QUE POUCO SE IMPORTAM COM AQUELES QUE ESTÃO "ABAIXO"), FORÇOSAMENTE CRIARIAM UM GRANDE RESPEITO POR NOSSA INSTITUIÇÃO.

TEMOS A OBRIGAÇÃO DE MANTER VIVO O LEGADO DAQUELES 62 RAPAZES QUE, EM 1898, INICIARAM UM MOVIMENTO QUE REDUNDOU NA CRIAÇÃO DE UM DOS MAIORES CLUBES SOCIAIS E DESPORTIVOS DO MUNDO E UM DOS GRANDES EXEMPLOS DE QUE IGUALDADE, FRATERNIDADE E SOLIDARIEDADE PODEM SAIR DOS DISCURSOS PARA A PRÁTICA, COMO DEMONSTRA O DOCUMENTO HISTÓRICO DE 7 DE ABRIL DE 1924, QUANDO O PRESIDENTE DO VASCO REJEITOU A PROPOSTA DOS DEMAIS CLUBES DO RIO DE ELIMINAR DE SEU ELENCO DE FUTEBOL OS ATLETAS NEGROS. ISSO, SIM, É CORAGEM! NÓS , VASCAÍNOS, TEMOS OBRIGRAÇÃO DE HONRAR ESTA ATITUDE DE CORAGEM, NÃO NOS DOBRANDO A PRESSÕES DOS ADVERSÁRIOS POLÍTICOS (LEMBREM-SE QUE AQUELES CLUBES QUE PENSAVAM DE MANEIRA DISCRIMINATÓRIA, AINDA EXISTEM E POSSUEM FORÇA, INCLUSIVE JUNTO A IMPRENSA...).

MANTENHAMOS ACESA A CHAMA!


TEXTO DO DOCUMENTO HISTÓRICO:



Rio de Janeiro, 7 de Abril de 1924

Ofício nr. 261
Exmo. Sr. Dr. Arnaldo Guinle


M.D. Presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos


As resoluções divulgadas hoje pela imprensa, tomadas em reunião de ontem pelos altos poderes da Associação a que V.Exa tão dignamente preside, colocam o Club de Regatas Vasco da Gama numa tal situação de inferioridade, que absolutamente não pode ser justificada nem pela deficiência do nosso campo, nem pela simplicidade da nossa sede, nem pela condição modesta de grande número dos nossos associados.

Os privilégios concedidos aos cinco clubes fundadores da AMEA e a forma por que será exercido o direito de discussão e voto, e feitas as futuras classificações, obrigam-nos a lavrar o nosso protesto contra as citadas resoluções.
Quanto à condição de eliminarmos doze (12) dos nossos jogadores das nossas equipes, resolve por unanimidade a diretoria do Club de Regatas Vasco da Gama não a dever aceitar, por não se conformar com o processo por que foi feita a investigação das posições sociais desses nossos consócios, investigações levadas a um tribunal onde não tiveram nem representação nem defesa.
Estamos certos que V.Exa. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno da nossa parte sacrificar ao desejo de filiar-se à AMEA alguns dos que lutaram para que tivéssemos entre outras vitórias a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923.
São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias.
Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da AMEA.
Queira V.Exa. aceitar os protestos de consideração e estima de quem tem a honra de se subscrever, de V.Exa. At. Vnr. Obrigado.

(a) Dr. José Augusto Prestes.

Presidente.

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