segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

COMENTÁRIO SOBRE NOTÍCIA REPRODUZIDA NO SUPERVASCO

Cristiano Koehler fala sobre plano de sócios e metas do Vasco

Futebol - 25/02/2013 - 02:30

Cristiano Koehler fala das prioridades do Vasco e dos desafios que terá na Colina

Cristiano Koehler fala das prioridades do Vasco e dos desafios que terá na Colina
Crédito: Divulgação

Em entrevista ao programa “Enquanto a bola não rola “, da Rádio Globo, o Diretor Geral do Vasco, Cristiano Koehler, falou sobre sua experiência com o programa de sócios do Grêmio e que o programa do Vasco pode estar no ar na primeira quinzena de março:

“Eu tenho a experiência no projeto de sócios do Grêmio, onde em 2004 a gente tinha 4 mil sócios e no ano passado fechamos com 70 mil sócios pagantes. Não é um procedimento que resolva da noite para o dia. Não dá, ainda mais no Rio de Janeiro onde temos uma mudança de cultura, temos que aprender a dar contrapartida para os torcedores e principalmente prometer metas que possam ser cumpridas. Não adianta partir da base ao topo, temos que subir de degrau em degrau e poder definir uma meta semestral ou anual. Pode ter certeza que estamos trabalhando para que logo, logo, talvez, na primeira semana de março lançar esse produto para o torcedor. Que o torcedor compreenda efetivamente o que nós estamos colocando à disposição. Não só pelo benefícios que estão sendo oferecidos pela Ambev, mas também pelos próprios benefícios que o Vasco possa dar. Que ele possa perceber no bolso o quanto é rentável para ele ser sócio do clube. Ele paga (a mensalidade) e mesmo assim ele consegue o retorno pelos convênios que vão sendo realizados.”

De acordo com Koehler, Vasco tem dívida de aproximadamente R$ 500 milhões


“Os maiores problemas que encontrei foram financeiros. O Vasco tem um dívida histórica, de cerca de R$ 500 milhões com características de curto prazo, o que sufoca o Vasco. São diversas dívidas com natureza fiscal, tributária, cível e trabalhista. Mas uma vez conseguindo buscar o equacionamento dessas dívidas com os credores, principalmente com Receita Federal, Procuradoria da Fazenda, credores trabalhistas e cíveis. Acredito eu que vamos conseguir dar uma passo para a viabilidade financeira para o Clube. É isso que a gente espera, para isso que estamos trabalhando. Digo isso nas entrevista que é com a equipe que estamos construindo, com os funcionários, vice-presidentes, torcedores, todos os que estão no entorno do Vasco, será possível acelerar esse processo de recuperação do clube, que não é fácil, mas temos que dar o ponta-pé inicial.”

Diretor Geral do Vasco fala sobre a ambição do Vasco: “Quem está no futebol não pode pensar pequeno”


“Sempre se pensa grande. Quem está no futebol não pode pensar pequeno. O futebol é a mola propulsora, é ele quem movimenta a paixão. Temos que almejar títulos, a missão do futebol é isso. Conquistar títulos para trazer o apoio dos torcedores, Não adianta termos a melhor gestão do mundo e não termos um time competitivo. Da mesma forma que não adianta ter um time competitivo e não saber aproveitar aquilo que se conquista dentro do campo. Esse equilíbrio tem que existir e isso estamos buscando. Nós não temos a capacidade de fazer grandes contratações. Estamos buscando parceiros, invertendo a lógica, para que eles possam investir dinheiro em contratação. Eles contratam jogadores, colocam no clube e o clube tem algumas contrapartidas.”
Fonte: Ao Vasco tudo

MINHA SUCINTA OPINIÃO

#815.866 - Ivan Maia (Brasília-DF) , em 25/02/2013 10:34:48

Impressionante! Caro leitor, percebeu quantas pessoas espalhadas pelo Brasil dão opinião? Verifique nesta mesma notícia. São vários torcedores de todo o Brasil. Isto não é um sinal? Quantos estarão dispostos a ajudar o clube, independente de benefícios? Quando o Vasco parar de se preocupar, APENAS, com os torcedores do Rio de Janeiro (eu moro em BSB mas sou carioca), talvez a diretoria do VASCO perceba que a solução está em admitir que o clube é NACIONAL!!! Dinamite, você esteve em Brasília, na inauguração da loja oficial e percebeu o tamanho da torcida. Só falta abrir o olho...

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