quinta-feira, 6 de junho de 2013

UM RECADO PARA AQUELES QUE SE DIZEM JORNALISTAS

Cansado (há muito tempo...) de aturar certos "pretensos" jornalistas, resolvi desabafar. Por isso, deixo aqui a minha opinião sobre essas pessoas que povoam o jornalismo esportivo e que só correm atrás de carniça e só vivem disso. Plantam e incentivam a desgraça humana.
Falar, reclamar e fofocar, nós sabemos que vocês fazem com maestria. Dar opinião construtiva e dar cara a tapa, vocês não fazem.
Mostrem os erros maldosos que gostam de insinuar e se arrisquem a um processo. Mostrem as provas, ao invés de jogar caca no ventilador.
Sugiram soluções e se arrisquem, também, a ser avaliados no futuro.
Falar e insinuar é fácil, arriscar é impossível.
Não adianta dizer que o time precisa melhorar, precisamos é de alguém que diga de onde tirar o dinheiro ou como processar as pessoas que levaram o Clube ao fundo do poço!
Não sei quem está por trás dessas armações para desestabilizar o VASCO, mas, com certeza não é um jornalista profissional. Para mim, profissional não é aquele que consegue um diploma, mas sim aquele que segue a risca o código de ética da profissão.
Jornalista investiga a fonte e conclui pela veracidade da informação. Jornalista não tem time de preferência (ou, pelo menos, consegue separar paixão da obrigação profissional).
Jornalista que adora falar do VASCO, porque o clube é frágil e não consegue falar mal do Flamengo, porque tem medo de perder o emprego e a audiência, não é jornalista. E jornalista que fala mal do Flamengo e do Corinthians, esse sim, está morto... Um corajoso, mas profissionalmente morto... Mas, infelizmente, estamos num País de covardes e frouxos.
Porra! Deixem o Vasco trabalhar! Em 2014, tem eleição no VASCÃO. Vai ser a hora dos sócios colocarem na urna suas pretensões.

Ah! Antes que me esqueça, tudo isso é por causa da quantidade de fofocas que surgem diariamente, sobre o VASCO. Desde o jogo de ontem (5/6/2013), contra o Atlético (que vencemos por 2 a 0), que somos bombardeados com a notícia sobre a saída do Diretor de Futebol, René Simões. Um desgaste desnecessário, que forçou o Presidente a se pronunciar, desde o Rio de Janeiro e o Diretor, desde Goiânia (onde estava a serviço), para dizer que nada houve a respeito mas que, com certeza, pelo vulto que a fofoca tomou, pode deixar feridas abertas.

Nenhum comentário :

Postar um comentário